Integração entre operação, manutenção, segurança e administração influencia diretamente o funcionamento dos shopping centers e a jornada de quem os frequenta
A experiência de quem frequenta um shopping center começa muito antes da entrada em uma loja. Segurança, limpeza, circulação, temperatura dos ambientes, funcionamento de equipamentos, estacionamento e rapidez na solução de problemas contribuem para a percepção sobre o empreendimento, ainda que boa parte desses fatores passe despercebida quando funciona bem.
À medida que os shopping centers ampliam seus usos e concentram diferentes serviços, experiências e atividades, aumenta também a complexidade da estrutura que sustenta a jornada do visitante. Estudo da Associação Brasileira de Shopping Centers (ABRASCE), intitulado “O Comportamento dos Frequentadores de Shopping Centers 2026”, mostra que os empreendimentos são associados pelos frequentadores a experiências de lazer, convivência, serviços e bem-estar, além do consumo. A pesquisa analisa hábitos, motivações e diferentes perfis de frequentadores, indicando uma jornada que vai além das compras.
Para Bosco Magalhães, fundador e CEO do Grupo EASE, esse cenário reforça a importância de conectar as diferentes frentes da gestão. “Quando o consumidor percebe que alguma coisa não está funcionando, normalmente o problema já passou por diferentes etapas da operação. Uma falha de manutenção, uma questão de segurança ou uma informação que não chegou à equipe certa podem parecer episódios isolados, mas muitas vezes revelam uma falta de integração. O consumidor não precisa conhecer essa estrutura, mas sente quando ela não funciona bem”.
Em um shopping center, operações, manutenção, segurança e administração lidam diariamente com situações que podem repercutir em diferentes áreas do empreendimento. Um equipamento fora de operação, por exemplo, pode exigir uma ação da manutenção, alterar o fluxo de circulação, demandar uma intervenção da segurança e até afetar o funcionamento de uma loja. Quando as áreas trabalham de forma isolada, a identificação e a resolução desses problemas podem ser mais demoradas.
É nesse ponto que a integração ganha importância. Com processos conectados, os gestores conseguem acompanhar o que acontece no empreendimento de forma mais ampla, identificar situações que exigem atenção e direcionar as equipes com maior agilidade.
Para quem frequenta o shopping, o resultado aparece em aspectos simples, como um ambiente seguro, organizado e confortável. “Uma boa experiência não acontece apenas porque uma loja funciona bem. Ela depende de todo o ambiente ao redor e da capacidade de diferentes áreas trabalharem de forma coordenada. Segurança, limpeza, manutenção, circulação, atendimento e operação precisam funcionar juntos. É essa soma de pequenas
decisões, muitas delas invisíveis para quem está visitando o shopping, que constrói a experiência”, explica.
É nesse processo que a tecnologia atua nos bastidores: conecta informações, apoia decisões e ajuda a tornar mais eficiente uma operação que, para o consumidor, precisa simplesmente funcionar.
Sobre o Grupo EASE
Fundado em 1995 por Bosco Magalhães, o Grupo EASE é pioneiro no setor de gestão para shopping centers, sendo a primeira empresa da área a operar com infraestrutura em nuvem, desde 2008. Desenvolvido no Brasil e adaptado à realidade tributária e operacional nacional, seu principal produto, o E.net, é um sistema modular que integra todos os departamentos internos e sistemas externos, garantindo eficiência, segurança e conformidade fiscal. Com sede em Cotia (SP) e atuação em todo o país, a empresa soma 4 milhões de m² de ABL e mais de 99 mil contratos de locação ativos sob gestão. A estrutura do grupo inclui a RBMS, voltada à consultoria empresarial liderada por Bosco Magalhães; a EASE Serviços de Informática (desenvolvimento e evolução do sistema) e a EaseMall – Centro de Serviços Compartilhados (CSC).
Sobre Bosco Magalhães
Fundador e presidente do Grupo EASE, Bosco Magalhães possui mais de 40 anos de experiência em gestão e desenvolvimento de empreendimentos comerciais. Técnico em contabilidade, iniciou sua trajetória na área administrativa e contábil, atuou no setor de construção civil até se tornar executivo na área de gestão corporativa. Vivendo o mercado, em 1995, identificou a necessidade de um sistema específico para a gestão de shopping centers, com foco em governança e compliance, e deu início à empresa que se tornaria uma das mais reconhecidas do segmento, por meio do ERP Ease Controller.net. Desde então, lidera a evolução da empresa, que cresceu para atender empreendimentos em todo o Brasil, consolidando um ecossistema de tecnologia, consultoria e serviços que eleva padrões de eficiência, confiabilidade e inovação no setor.
(Crédito: Divulgação)

